Eu e Celo na ressaca pós-gatinho, tristeza. Tristeza. Fui pra rodoviária buscar um antigo e querido colega de São Paulo, a caminho da Unicamp pra uma reunião com o meu velho mestre Josué ( veja, Celso, o homi que tem sempre razão). Me enrolei e peguei muito trânsito, quase que o Ferdinando perde a entrevista com o luminar da Teoria Sociológica brasileira.Mas eu fui junto e pedi desculpas pelo ( desmiolado) atraso.
Nada de muito notável, só conversas divertidas com os meninos na cantina, nada de tese e um molhinho pra filés de frango. Tempere com laranja, pimenta do reino, as tais ervas finas ( ervas de provença) e molho inglês ( no monstro-supermercado Dalben, aberto agora na entrada de Barão Geraldo, tem um legítimo, mas ainda não comprei). Eu gosto de cortar os filezinhos mais pro gordinho, e pôr em chapa bem, bem quente, com um tiquinho de azeite. A chapa bem quente garante o tostadinho e o molhinho por cima, que o frango não fique esturricado (tem quem goste, eu prefiro mais suculento). Eu preciso comprar ovos, pra fazer mais sequilhos, e tô com vontade de experimentar uma receita de pudim de maria-mole que parece ser deliciosa. E pensar que Yna e Ná, quando vieram no sábado fazer torta de banana caramelada, glacearam meio quilo de açúcar por não saber fazer calda de caramelo!

No comments:
Post a Comment