Sunday, November 26, 2006

Pisaaaaaaaaaaaa

Pisa continua insuperavel no quesito coisas legais. A comida é legal, a cidade é linda, as pessoas que conheci sao fofas e a cidade guarda um segredo. Voce anda no Lungarno, que é a avenida ao longo do rio Arno como bem diz o nome, aparece um lugar lindo, com arvores, depois uma viradinha, e se chega na bela igrejinha romanica de San Michele. E la se ve, a outra torre tortinha. Sim, Pisa tem DUAS torres tortas... tirei fotos para todos verem e comprovarem tal fenomeno.

Em quesito de comidas, eu e Patricia, minha amiga brasileira que faz o doutorado aqui, descobrimos dois restaurantes otimos, um do lado do outro, num bequinho. Olha, um nhoque com molho de legumes e um negocio chamado tagliata: picanha mal passada cortada em tiras, perto da gordura, poe no prato com rucula e queijo parmesao ralado grosso em cima, vinho, pao do mais rustico, e vai com Deus meu filho, a Toscana é linda demais.

O milagre do cachecol

Sim, depois de uma semana dificil, estou viva e ainda perambulo pela Toscana.


Dificil porque a sinusite veio matando, esfriou, muito xerox na Normale, e duas dias pra Roma. Bom, essas duas idas foram de matar: eu precisava ir ao Vaticano, problemas da tese e curtiçao tambem. Saio de Pisa, atraso em trem, enfim, todo tipo de percalço que nao vou narrar pra nao aborrecer a paciencia dos meus santos leitores. So digo que depois do Ratzinger a coisa piorou muito e que eu sou brasileira e nao desisto nunca, entrei duas vezes na Sistina. Foi o milagre do cachecol. Explico. A vo do Celo, meu ursinho arqueologo, tricotou um cachecol azul no ponto apertadinho no qual sempre fez as coisas pra familia dela. Esse cachecol foi comigo, emprestado, pra Chicago, e agora esta na Italia.
Precisei acordar cinco da matina pra pegar o trem pra Roma, e pus o cachecol azul do Celo. Enfim, depois de uma saga, chego na Sistina. Sento, faço anotaçoes, como todos os visitantes aguento a grosseria dos muitos funcionarios do Vaticano, que se dividem entre nao fazer nada, serem grossos e paquerarem as turistas. E saio empurrada como todos, depois de alguns minutos diante de tudo aquilo.
No corredor da volta, que é estreito, apertado e cheio de gente, e que nao se pode voltar atras, percebo que o cachecol azul do Celo, feito pela dona Nair, de noventa e oito anos, catolica de tudo, ficou na Sistina.
Nao tenho como voltar atras. Fico triste, afinal o cachecol pode ser simples, tem ate furinhos porque dona Nair distraida errou os pontos, mas é uma coisa de valor sentimental. E eu no meio do povo sem saber o que fazer. Dou uma volta, e retorno ao caminho da Sistina, que é um inferno.
Escolho um dos caras pra falar, um com uma aliança grossa no dedo, e jovem. Penso, esse vai me entender. Explico a situaçao no meu melhor italiano, que ate que vai bem, e o cara se comove com a historia. Me deixa furar a fila, e eu entro de novo na Sistina, de olho no Botticelli na parede, no Juizo Final, em tudo. O cachecol estava no cantinho em que sentei, embaixo da Historia de Moises, do meu mestre.
Enfim, depois eu peguei um desses onibus cata-turista, so pra rever a cidade. Nao vou ter dinheiro nem tempo pra voltar dessa vez, e estava com muita saudade de Roma. Roma foi o primeiro lugar que conheci fora do Brasil, e la fui eu ver tudo de longe, sei que numa coisa super brega, mas foi muito legal rever o Coliseu e etcs e etcs.
Bom, hoje sai pra tirar fotos de Pisa. Mais no proximo post...

Saturday, November 18, 2006

Sinusite na Umbria

Mais da serie Pequena Panda na Toscana, Parte III, O Retorno de Jedi.


Ontem fui pra Assisi. Sim, doida pra ver o Giotto, peguei il treno basico pra Firenze Santa Maria Novella, pra depois pegar outro pra Foligno, que para justamente em Assisi. No trem, em Empoli, entram varios africanos, que lotam o vagao e sentam do meu lado, espremendo eu e um italiano com uma cara de antipatico. E ai começa meu drama.

Eu desde criança tive crises de sinusite. Quando ia pra praia, piscina, quando esfriava em Jundiai, onde eu morava. De vez em quando rola, e é um Deus nos acuda, porque como ja tomei muito antibiotico pra isso, nem trezentas Bezetazil resolvem. Tem que comprar muito lenço de papel, tomar muita agua, no maximo uma aspirina, e sentar e esperar. Mas no meio da Toscana, o negocio começa a doer, doer, e o diluvio apareceu.
Gente, passei muito mal nos dois trens. Porque detalhe, cheguei em Firenze e precisei correr pra nao perder o outro, a viagem, o Giotto, tudo. Corro de um binario pra outro, graças aos britanicos atrasos dos trens de Pisa pra Firenze ( todos que eu peguei atrasaram religiosamente) o trem pra Umbria estava indo embora, sem tempo de ir a um banheiro, a uma farmacia, a uma igreja pra rezar. Sento no trem. Na estaçao Firenze Campo di Marte, sobem varios professores italianos de escola media catolica, que estavam indo pra alguma reuniao em Assis. Uma delas, uma senhora mal educadissima, me espreme na cadeira e sem olhar pra minha cara, começa a falar todo tipo de besteira: fofocas da escola, intrigas, maldades, uma enciclopedia. Eu passando mal, fico pior. Levanto e vago pelo trem, observando a paisagem que começa a se elevar em morros, rios, lagos, belissimos. Estou na Umbria, sim, e estou com sinusite. Felicidade com dor de cabeça, ja ouviram falar?
Chego em Assis. Tomo um cafe, como uma focaccia bonita, gostosa, na estaçao, e me sinto melhor. Ja sabendo e tendo a experiencia de Siena, compro o bilhete de onibus e pego a unica linha de Assis rumo a Basilica de Sao Francisco. Bom, nem precisa falar, Assis é linda, linda, preciosa, como uma pérola: simples, elegante, comedida. Uma doçura. A Basilica é tudo e mais um pouco, o Giotto é algo celestial, enfim, felicidade pura, simples, completa.
Na volta, tiro fotos da paisagem, da cidade, das outras igrejinhas, compro medalhinhas e terços, lembrancinhas da peregrinaçao, e encontro um rapaz mineiro, com quem volto pra Firenze conversando e com a cabeça doendo. Ainda tive forças pra em Pisa ir numa Osteria comemorar, comer bem, tomar vinho, fazer tudo como manda o figurino. E fiquei pensando, ainda bem, ainda bem que mesmo com sinusite, eu peguei aquele trem pra Umbria.

Wednesday, November 15, 2006

Aventuras da Panda na Toscana

Mais da série Panda na Toscana II, A Missao.

Ontem fui pra Siena. Peguei il treno pra Firenze Santa Maria Novella, desci em Empoli, um desses lugarejos no meio do verde toscano, e segui pra Siena. A paisagem linda, daqueles cartoes postais classicos da regiao.

Cheguei na cidade, estranhei nao ter um posto de informaçao pro turista na estaçao de trem. Voce chega e ta no meio do nada, com uma construçao monstro de um predio desses rayban ( espelhados) na frente e nada, nada. A moça da banca com muita ma vontade me vende um guia com um mapinha, onde a Estaçao nao existia. Resolvo seguir o povo.
Um velhinho com um saquinho de pao começa a subir uma ladeira. Ué, vou atras. Porque, penso, Siena deve ser como Firenze, Pisa: essas cidades nao sao nenhuma metropole, pititinhas, logo se chega no centro com o classico Duomo deslumbrante, a Piazza del Campo ( onde tem o Palazzo do governo sienense e a praça em forma de concha do Palio, o jogo medieval dos cavalos que é a gloria da cidade e o horror dos defensores de animais).
A ladeira vai ficando pesada, a ladeira vai ficando pesada, e de repente vejo a muralha medieval. Gente, nunca andei tanto na vida... quase morri. Descubro que Siena é tipo Ouro Preto, e a estaçao, detalhe, fica na depressao mais deprimida da cidade.
Depois de muito subir, subir, subir, subir, chego na beleza aristocratica, na fineza, do detalhe do mais puro luxo estetico e delicadeza de alma. No Duomo, que é simplesmente um show a parte, toda animada pego Matelda, a nova maquina fotografica, pra tirar foto do meu homem sienense, o Hermes Trimegisto do piso decorado de marmores coloridos ( sim, isso existe e existe em Siena). E a maquina pifa.
Depois, pra descer foi outra loucura, despenco na estaçao mais morta que viva e sigo de novo pra Empoli. Chegando la, os trens estao parados. Sim, dois trens pra Pisa Centrale, um no binario 2 outro no 3, lado a lado, lotadissimos ( tipo sete e meia da noite, manja?) e nada. Sim, senhores, o trem tava com duas horas de atraso!!!!!!!!!!!!

Faço amizade com uma moça, no meio da italianada em revolta. Gente, o pessoal aqui tem duas coisas pra dar e vender: nariz grande e braveza. Os narigudos tavam querendo por fogo na estaçao. Cheguei em Pisa mais morta que viva- detalhe, tres horas depois do que a Trenitalia tinha me prometido, com a Matelda pifada e muita, muita, muita Siena no coraçao.

Friday, November 10, 2006

Oficios

Carissimo Messer,


Ontem fui para Firenze, sua terra, pela segunda vez. Trem, Duomo, e uma intuiçao. Cheguei nos Oficios, construido pelo outro mestre em honra dos mecenas, e a intuiçao estava correta. Sem fila, sem ninguem, adentrei nas galerias do predio cinzento.

De sala em sala meu coraçao batia ao ver as obras de mao dos outros mestres. E me perdi no meio de tanta beleza conhecida nos livros e em sonho. Mas a sua sala nao avistei. Cai no outro corredor, diante do Tondo Doni, de um dos alunos do Jardim de Lorenzo,o Magnifico. E nada. Uma senhora me informou onde o senhor estava, sala 10-14.

Na terceira porta, depois de fra Fillipo, eu avistei a beleza vindo ao mundo, chegando nua de seu nascimento na praia. Sozinha. A intuiçao estava certa, e tive vinte minutos de solidao frente ao esplendor.

Carissimo mestre, nesses anos de convivio sempre sonhei com o momento de ve-lo pessoalmente, em meio a corte da Adoraçao Lama. E ontem finalmente pude me apresentar diante de seus olhos argutos que construiram esse mundo onde a beleza é possivel.

Tuesday, November 07, 2006

Manias italianas

Voltando a vaca fria.


Bom, os dias na Toscana tem sido azuis e dourados, muito lavoro nelle biblioteche, etcs e etcs. Florença é linda, mas muito fresca. Voce chega na cidade, sai da estaçao que da de cara em Santa Maria Novella, a igreja do Trecento construida pela Ordem Dominicana, e cai nas butiques das grifes de luxo: Armani, Dolce e Gabanna, Versace et caverna. Uma loja imensa da Victor Hugo, etcs e etcs. E ai voce se depara com uma das manias nacionais italianas: o prestigio das marcas consagradas.
Porque no inicio, tudo era artesanal, o Valentino fazia um vestido a cada cinco anos pra Jacqueline Kennedy. Depois dos anos Berlusconi, a Italia se desindustrializou: voce vai no supermercado e ate o iogurte é alemao. Mas ao mesmo tempo, esse pais que era pobre ate ontem virou a patria da frescura da marca.
E ai, é aquela coisa nouveau riche: eles usam marca até o pé. Tudo carissimo, tudo cheio de strass, peles, estampa de oncinha, cores berrantes, laque no cabelo e muita, muita, muita maquiagem. Saias irregulares com botas de cavalaria, usadas com casacos de pele e muita, muita, muita, muita joia ou bijuteria, ai entra no bolso de cada um. A antiga elegancia italiana? Ainda se ve nos velhinhos e num moço ou moça ou outro, de tweed, cashmira e um jeito simples.
Bom, aqui em Pisa eu fiz um amigo. Dei sorte, no dia que cheguei em Madri e precisava voar ate Milao, conheci o Giovanni, que faz Direito aqui em Pisa. Ele me rebocou de trem ate a Toscana e agora a gente se encontra quase todo dia. O Giovanni estuda num predio na frente da Normale, que é onde eu fico de manha. Bom, toda vez que eu encontro o Giovanni, que é calabres e tem uma namorada brasileira ( de Belem do Para), ele ta com seu tenis Puma dourado gritando no celular. Outra mania italica: o telefonino. Todo mundo, ate o mendigo na rua, tem um. E a coisa se passa da seguinte forma: o Giovanni, que tem cara mesmo de calabres ( ou seja, de arabe) grita, grita, grita no celular, desliga, olha pra mim e começa, mas voce precisa comprar um celular, mas é um absurdo, como eu vou falar com voce? Voce some ( detalhe, a gente se ve quase todo dia) e eu tenho que fazer o que, sinal de fumaça? Ta ficando maluca? Vou te falar uma coisa ( ai esquece, quando a italianada te diz, vou te dizer uma coisa, esquece, eles começam e nao param nunca mais), essa sua mania de ficar sem telefone, e bla, bla, bla, bla...
Depois, o Giovanni te introduz na outra mania italiana: reclamar. Ele começa a reclamar de voce, do tempo, de Pisa, da Normale, da Universidade, do papa, da selecao italiana, da politica italiana, mundial e brasileira, e ta, ta, ta, ta, ta, ta... Ou seja. Uma comedia. Eu dou risada ( porque alem de tudo eles ainda nao se unificaram, tem sotaque dos mais diferentes jeitos na Bota) e so fico escutando.
Os italianos sao assim: ou eles nem olham na sua cara e sao os mais grossos do mundo, ou eles te adoram e ai, sinceramente, eu acho pior. Porque eles querem falar, falar, falar, falar... ontem o Giovanni me deixou quase maluca, porque alem de reclamar de tudo ele ainda desceu a lenha no meu casaco (!!!!!). So falei assim, Giovanni, essa semana a gente enche a cara, ele riu e falou, seu italiano ta otimo.

Aos meus queridos aluninhos...

Esse post é pra galera que tem a infelicidade de ser meu aluno...


Entao, como estao as coisas? A profa. Paula me escreveu falando sobre o andamento do processo das palestras. Gostaria de noticias, se ta todo mundo ainda vivo, etcs e tal, duvidas sobre os trabalhos, blablabla.
Lembrei de voces no dia em que fui a Livraria Feltrinelli. Essa Feltrinelli é a maior rede de livrarias aqui da Italia, e toda loja tem uma seçao imensa de Design. Bom, aqui nem precisa falar, ate cadeira do bandeijao é assinada, italiano tem a mania de coisa bonita, colorida e arrojada.
Outro dia, lembrei dos meus queridos estudantes quando estava lendo o comentario do Jacopo Alighieri, filho do Dante, a obra do pai. Bom, os renascentistas so conheceram a Poetica do Aristoteles a partir de 1520. Ou seja, nem o Dante nem o filho dele, nem nenhum dos comentadores, conheceu as indicacoes aristotelicas sobre os generos artisticos.
E outro dia em que meus queridos vieram na minha lembrança foi aqui no Istituto di Storie delle Arti, na biblioteca cheia de livros sobre as Artes no século XX.
Por enquanto é isso pessoal. Mandem sinal de vida...

Saturday, November 04, 2006

Na terra de Dante, Botticelli e a turma toda

Hoje resolvi investir dois suados euros e entrar numa lan house pra escrever, messenger, essas coisas. E porque precisava dividir uma das mais bonitas experiencias da minha vida.

Depois de uma dura semana pisana, lavoro, lavoro e muita reflexao sobre a vida, tomei coragem e fui pra cidade aonde Dante nunca mais pisou.

Peguei il treno, aquela toda coisa italiana basica, e desci em Santa Maria Novella, ontem. Bom. O dia estava lindo, céu azul, azul, friozinho de outono, a luz dourada da Toscana. E andei e dei de cara com o Duomo e o Batistério. Chorei muito, precisei por os olhos escuros pra disfarçar. O Duomo é um sonho, as portas de bronze do Donatello, no Batistério, sao realmente as portas do Paraiso, como dizia Michelangelo.
Depois, Palazzo Vecchio, Piazza della Signoria, Ponte Vecchio, Santo Spirito... Santa Croce... a Galleria dos Uffizi, tudo, tudo, mais lindo do que eu sonhava. Marina foi um anjo, me levou pra passear, me ofereceu hospitalidade e ainda me aguentou chatissima, eu que ando cheia de tristeza por eventos anteriores. Mas no claustro de Santa Croce ela me afirmou o quanto é importante a gente ser a gente mesmo. E Florença, bela e orgulhosa, na verdade traz a liçao da simplicidade de carater.

Thursday, November 02, 2006

Mais Pisa

Sumi do hiperespaço por um motivo muito simples: to sem telefone nem internet no cafofo de Via Marche, so tenho acesso aqui no San Matteo mesmo.

Aqui em Pisa, existem duas grandes instituiçoes universitarias. A primeira é a Universita degli Studi di Pisa, fundada em 1300 e bolinha, a segunda depois de Bologna, se nao me engano. Os institutos sao espalhados pela cidade. O Instituto de Historia da Arte, como eu disse, é aqui no convento de San Matteo, nas margens do Arno ( a avenida na frente se chama justamente Lungarno). Olhada no www.unipi.it.

Ja a outra instituiçao foi fundada no periodo da invasao napoleonica, e é a prestigiada Scuola Normale Superiore di Pisa, www.sns.it. A Normale fica na Piazza dei Cavalieri, lindissima, com prédios antigos. Anteontem, fui encarar a biblioteca de la, tambem espalhada e imensa, imensa. Pra voces terem uma ideia, eu estava pesquisando na famosa torre della Gherardesca. Nos idos de 1260, um nobre daqui de Pisa, o conde Ugolino, foi traido e encerrado na torre com seus filhos. Conta-se que os filhos morreram de fome, e o conde comeu parte dos corpos para poder sobreviver, mas morreu também. Essa historia escabrosa esta na Comédia, no Canto 33 do Inferno. A torre é conhecida como a Torre da Fome, e tem uma placa explicando o tenebroso episodio.
Nem precisa dizer que a biblioteca é algo de celestial, tem tudo, tudo, eu entrei num desespero... porque so tenho um mes aqui. Pouco pra explorar essa biblioteca de sonho. Ontem foi feriado aqui ( na Italia eles comemoram Finados no dia 1), tutto chiuso, de modo que fui tirar fotos do Campo dei Miracoli. O Campo dei Miracoli é o espaço da Catedral, do Batistério, do Camposanto e da torre tortinha. Tirei varias fotos, mas ainda nao consegui tirar a craçica foto segurando a torre porque tava sozinha!!!!!!!!!!! Entao, para os fas, um pouco mais de paciencia, please.
obs) desculpem os erros de ortografia, é que o teclado italiano aqui do venerando San Matteo nao ajuda em nada...
obs2) ja tomei muito sorvete e comi muita coisa boa em homenagem a todos os leitores!