Tuesday, May 26, 2009

Mundo louco

E no mundo véio sem porteira, as últimas semanas foram repletas de surpresas... desagradáveis.


Sabe quando a gente percebe o quão tonto foi nas últimas décadas? Pois é. A panda é tonta demais. E taca sofrer. Me digam, o mundo é isso aí sempre?

Wednesday, May 20, 2009

Por que isso não pode ser amor?

Taí, eu fiz tudo pra você gostar de mim. E sempre tem a hora em que a gente se pergunta, se o outro me diz que não ama, que não quer, porque me olha desse jeito, porque a gente se encontra e rola, pior do que se a gente se encontrasse e não rolasse nem um aperto de mão.

Nessas horas é difícil discernir o que é pura fantasia nossa do que é, de fato, parte do reino do indizível. Na minha vã filosofia, só uma coisa esclarece: o tempo. E daí, a gente tem que ter paciência, tem que ficar ali levando a nossa vida da forma mais digna, sincera possível, e esperar pra que na curva do rio o outro venha, mais uma vez, nos encontrar. Mas sem forçar, sem criar situação chata, sem pagar mico de escrever email descabido e esperar resposta imediata. O amor não é obrigação, felizmente pros fofos de espírito, infelizmente pros déspotas sentimentais.

E toca ouvir Why can´t this be love do Van Halen no talooooo!

Saturday, May 09, 2009

Pirulito

Essa aqui eu roubei da Pati. Pronto, viciei!








Táqui, táqui:

http://www.4shared.com/file/42106904/a4a4ee49/Mika_-_Lollipop.html?s=1

Thursday, May 07, 2009

Vitoriano, Bernardino e Francisco


Gente, não me agüentei, roubei também as imagens do CD da santa que gravei pro Luís Fernando, e também não me agüentei e mostro algo pra vocês!Táqui uma foto do interior da nossa linda Nossa Senhora da Conceição de Campinas, obra e graça de Vitoriano dos Anjos, Bernardino de Sena e Francisco Ramos de Azevedo, entre 1863 e 1881.

Monday, May 04, 2009

Arco-íris

Hoje foi daqueles dias que teve de tudo um pouco. Calor, frio, chuva, sol. E finalizou com dois imensos arco-íris, a cortar os céus metade cinza-chumbo, metade azul de outono, do campus da Unicamp ao final de tarde. Daqueles arco-íris pesados de lindos.
Acordei, calor, sandália e roupa leve, singrei pra Indaiatuba, fazer mon français toujours. Volto pra Campinas, como uma salada, quando saio do restaurante, vento frio, tudo escuro, cai um toró daqueles, eu e mais uma multidão correndo de encontro da velha Nossa Senhora da Conceição de Campinas. Chego no Museu, uma bagunça como sempre, o Ricardo enlouquecido com uma gripe e eu com a brava missão de decifrar um manuscrito de 1871, e conseguir gravar um CD com umas imagens pro Luís Fernando. O micro do Ricardo não colabora muito e ele proibiu pen drives lá, enfim, muitos vírus e um banco de dados que não pode morrer de jeito nenhum. Por precaução, gravei dois CDs.
No andar térreo, um monte de velhinhas do grupo da Escuta Cristã rezando e cantando, e eu e o Ricardo como dois loucos atrás dos cortes de pedra da tchurma carcamana. Quando a gente vai examinar pela enésima vez a maledetta facciata, vejo que não trouxe um dos CDs. O Ricardo sobe as escadas e me joga lá de cima o dito, e eu solto um puta merda que caralho, NA FRENTE DAS VELHINHAS DA ESCUTA CRISTÃ. Começo bem minha relação com elas.
Saí correndo que nem uma refugiada, porque estava um frio do caralho (desculpa, senhorinhas) e quando chego do meu prédio, batendo o recorde no trajeto Catedral malditinha- toca da panda, o elevador está quebrado.
Subo as escadas batendo outro recorde, ponho uma bota de sete léguas, um colete de lã e saio correndo. Tanta pressa tinha explicação: eu precisava entregar o CD pro Luís antes das cinco, quando ele britanicamente pegaria o fretado pra SP. Consigo chegar quatro e meia no IFCH, e berro o nome do Luís lá de baixo e ele no terceiro andar enfia a cara na janela gritando também. Um negócio discreto, elegante e fino.
Consigo entregar o CD, ganho o carinho de sempre do velho amigo, tomo cinco cafés e ainda consegui encontrar o mestre Nelson, Brenoboy, Celo, todo mundo na velha cantineta do IEL. E vi dois arco-íris hoje.