Hoje, no Estadão, Marcelo Rubens Paiva, em sua coluna no Caderno 2, comenta a crítica de Alcir Pécora, publicada no mesmo jornal, à chamada "nova geração literária". Marcelo alterna em aplaudir o Alcir, sob a égide da necessidade, ligada à "essência do jornalismo", de polêmicas na imprensa ( e lamenta a atual "brodagem"nas letras e afins, todo mundo é bro do outro e ninguém fala nada) com uma fina ironia, ao desmembrar o artigo de Pécora como um jogo, um ludo da crítica literária ( no caso do livro da Verônica, Alcir avança quatro casas). E Marcelo Rubens Paiva encerra, a respeito de outro Marcelo, Mirisola, que lança livro hoje no atual pólo do teatro, letras e afins de São Paulo ( a velha Praça Roosevelt, onde a companhia Satyros encena o Gran Cabaret Demenzial): "Como todo bom polemista, é frágil e de bom coração. A polêmica é a máscara dos inseguros".
Diz Rubens Paiva que não se pode fazer a "crítica da crítica", porque "desequilibra a dinâmica do jogo". Bom, pelo menos nestas paragens fizemos a crítica da crítica da crítica!!!!!
Tô sem o link do artigo do cara aqui, depois posto, oquei? Abraço na dona Dirce e beijo nas crianças!

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