Esse feriado, fui ver a fofa Jubinha nas terras que ela adotou como suas. No caso, as terras mato-grossenses, terras de gente que cozinha bem, foge do calor indo em cachoeiras paradisíacas e tomando picolés surreais.
Muito verde, descanso, Jubinha, casarões antigos do centro de Cuiabá, e a imensa de linda Chapada dos Guimarães. Não sei como Chapada consegue ser tão linda, mesmo em tempos de efeito estufa, neguinho asfaltando a cidadezinha inteira, e farofeiros que escutam putz putz na frente de um precipício todo verde.
A pequena e sempre rabugenta panda viveu várias aventuras, como tomar quatro picolés por dia. No meio de tantas peripécias, muito samba. Vai explicar. Podia ser Mozart, podia ser Gardel, podia ser rock indiano, mas foi samba mesmo, arrastando a chinela no arenito. Voltando ao velho Piratininga, que já foi tão verde quanto Chapada, estou na vala dos desesperados pelas malas na esteira de Guarulhos, e tinha um senhor do meu lado. De repente vem um malão preto, daqueles, identificado por... uma fita amarela. O senhor pega a mala, e eu do lado começo a cantar Noel. Ele riu de se acabar.
Começo a achar que a qualidade de vida do indivíduo é diretamente proporcional ao tanto de samba que o cara escuta.

2 comments:
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ô, Skywalker, não leve a mal, mas Chapada é o que há! Precisa ver! Aqui é que é opção!
Jubinha.
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