Wednesday, February 20, 2008

Firmar o pé

Nos últimos dias, coisas boas aconteceram. Fui pra SP, e encontrei por acaso a Patrix
, dona de um bonito blog que eu lia sempre. Coisas aconteceram na blogosfera, ela fechou o blog. A gente comentou, no metrô direção Jabaquara, como essa coisa de blog faz bem e como às vezes tem gente que confunde tudo, acha que o blogueiro é tiozinho do Big Brother. Falando em blog, achei o do Luiz Felipe de Alencastro, olha lá, sr. Na Prática:http://sequenciasparisienses.blogspot.com/

Vi Eduardo, Verônica e Zé, foi engraçadíssimo porque vi os três figuras no mesmo buraco do espaço-tempo, as pontas de SP vão se unindo e eu vou ficando com cada vez mais vontade de me pirulitar, de vez, pro velho Piratininga.
Resolvi prestar um concurso aí. Não tenho chance nenhuma, tem sete colegas mais velhos do eu que vão se inscrever, isso do que eu sei. Mas eu tenho que tentar, e fico escrevendo meu memorial sem o menor entusiasmo. Tô de mau humor com essa história, preciso melhorar.
Fui na casa de uma amiga consultar uns livros pra um dos pontos do concurso, sobre história da gravura no Brasil, e descobri o acervo que existe no Centro Cultural São Paulo, que tá fechado por causa do imbecil que jogou um balão, que caiu em cima do negócio ano passado. Esse balão pode ter destruído Rugendas, Matisse, o fantástico acervo que, agora eu sei, existe lá por obra de graça do Sérgio Milliet e da Maria Eugênia Franco, os antigos responsáveis pela Biblioteca Municipal Mário de Andrade. Fiquei emocionada ao ler o depoimento do Marcelo Grassmann, sobre a importância da Biblioteca no cenário artístico de SP, nas décadas de 40 e 50. Meu pai não entendia muita coisa sobre arte, mas quando eu manifestei o desejo de estudar "essas perfumarias", ele me levou à Mário de Andrade. Bingo pro seu Pedro.
Firmar o pé, firmar o pé. E o boco do Lelê me apresentou Nino Ferrer, conhecem? Taí Mirza:

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