Monday, September 11, 2006

Pequenos desastres cotidianos e o Dadaísmo

Hoje bati o carro e minha obturação caiu. Graças a Deus, no carro não deu nada e na boca não sinto dor. Fila do CECOM amanhã, será que eu consigo ser atendida? Dinheiro não tenho pra pagar um dentista, que saco. Tô com medo, sou hipocondríaca e acho que vou morrer, e nunca me aconteceu de chupar bala e cair o negócio.
De resto, aula na PUCC. Hoje, cubistas e Duchamp. Uma aluna perguntou, e o Duchamp, era o quê? Eu respondi, era o Marcel Duchamp, oras. Essa coisa de classificar artista é complicado. Em alguns livros, ele aparece, no início da trajetória, como ligado ao Futurismo. Num texto de 1946, que está no Teorias da Arte Moderna, H.B Chipp, Martins Fontes, o Duchamp diz que não, que nunca teve a ver com a italianada. Enfim, pelo menos a gente chegou nos ready-mades.
Já a aula de Teoria anda meio desastre. Hoje comecei o Aristóteles. Meu programa é um curso com a leitura de pequenos trechos de Estética. A gente leu o Mito da Caverna do Platão e agora vamos ler a Poética. Mas tive que explicar o Édipo e me enrolei.
Vi uma nega que eu não gosto, fiquei impressionada e fui tirar o carro. Estacionado na ladeira ali do IFCH, sabe quando o bicho cai e bate? Daí me aparece do nada uma figura famosa do IEL, famosa pela chatice e inconveniência. Ele: mas você bateu nesse aqui ( o carro da frente era dele)? E eu, engraçado você me perguntar isso.
Como diria Picasso, só decompondo a forma mesmo pra se agüentar. Mas fiquei feliz porque vi o Luis e a Deborah, agora minha amiga no Orkut e que me disse via scrap que de vez em quando passa pelo Meio. Legal, né?

1 comment:

Anonymous said...

Ufa, antes do final já estava achando que eu poderia me enquadrar nesse "vi uma figura que não gosto", rs. Deborah, a leitora ocasional. (Ps: Na verdade, devo ter lido umas duas vezes. Mas sei que gostei.)