
A felicidade dói. É um desespero gostoso. Estou inebriada de felicidade, essa semana tive momentos de plenitude, de compreensão, surpresas tão boas que ainda não acredito que elas aconteceram.
E daí, a felicidade gera felicidade; ela se espalha, ela causa prazer, se multiplica, cria sorrisos e conexões inesperadas. E cria desejos, e de repente, me vi em plenas férias na praia, dormindo na rede, vendo o mar, fazendo amor, comendo acarajé... felicidade, vem!
Acima, Itapuã. José Pancetti (1902-1958), 8 de junho de 1956. Site da Bolsa de Arte do Rio de Janeiro.

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