"Conta-se uma história curiosa, relativa às relações da família Medici com o patrimônio pisano. Lorenzo de Medici foi acusado, em 1530, de ter decapitado a maior parte das figuras do Juízo Final, do célebre Púlpito do Batistério da cidade, da “douta mão” de Nicola, pelo humanista Francesco Maria Molza[1]. As esculturas ficaram mutiladas até 1732, quando Pietro Bracci fez as cabeças que faltavam, outros detalhes como braços e mãos e uma figura inteira, que desapareceu ao longo dos séculos."
[1] HASKELL, Francis, PENNY, Nicholas. L’Antico nella storia del gusto. La seduzione della scultura classica. Torino: Giulio Einaudi Editore, 1984, p. 438.

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