Saturday, January 30, 2010

Surpresa

Hoje eu pus meu laptop na cama e estava no toc, toc, toc, das preocupações e dos trabalhos de Hércules usuais, quando de repente... já eram oito da noite, e de repente...

O sol bateu direto no meu rosto. Apaguei as luzes do quarto, num sobressalto. Hoje o sol se pôs na frente da minha janela, do meu quarto de dormir. E nesse minuto eu vejo o pôr-do sol, amarelo, laranja, vermelho e violeta, atrás dos prédios, de uma árvore e do perfil da Igreja de São Benedito. Viva o pôr-do-sol, três vezes viva!

Tuesday, January 26, 2010

Saci Pererê


Tá dureza esse início de ano.


Fiquei muito triste com o terremoto no Haiti e os deslizamentos em Angra. O ano já começou trágico. Pra completar, o tempo não se define, e num mesmo dia você passa por um calor senegalesco e um ventinho de Campos do Jordão.


E no jardim das veredas que se bifurcam da panda... pra variar tô muito de saco cheio comigo mesma. A pandinha até tem boas idéias, mas eu tenho muita idéia, e daí eu fico confusa e fico com n coisas sem terminar. Hoje resolvi limpar minha caixa de email, eu tinha email de 2007 pra vocês terem uma idéia, e daí vários projetos, contatos, tramóias e picaretagens que tentei nos últimos três anos vieram à minha mente. Eu só não inventei a roda e/ou descobri a América por telefone. O resto, de tudo eu fiz. Tradução, revisão, tese, artigo, congresso, um oi pra quem tá longe, uma encheção de saco pra quem tá perto, banca, concurso, enfim. Sempre fui muito criticada por isso, na academia: as pessoas preferem a especialização, a calma arrogante do cara que se sabe incontornável, do que uma criatura que vive tendo idéias mirabolantes.


Faz uns anos, isso foi em 2003, eu escrevi um projeto que denominei de Pererê: porque ele era afro-descendente, pobre, deficiente físico e ninguém acreditava nele, já que o dito era parte do folclore popular. Vocês podem não acreditar, mas muito do meu sofrimento no ano passado foi porque o Pererê foi engarrafado e posto pra andar de patinete por aí. Sim, meus caros: cinco anos depois o pobre ser lendário sumiu no redemoinho das ambições e arranjos políticos universitários, e ele, o próprio, pretinho, sem uma perna e peralta, foi parar em outro lugar, muito longe de sua mamãe panda.


Depois de muitos meses sofrendo, resolvi que eu ia atrás do Saci. Enfim. Tive que ter outra idéia mirabolante, pra poder me aproximar do terreiro do povo que prendeu o Exuzinho, e acenar de longe pra ele, preso num garrafão verde.
Mas, como todos sabem, o Saci é uma criatura rebelde e adora fazer travessuras. Ele fez das suas, claro: quando tiraram o cidadão da garrafa, ele resolveu confundir o povo mais ainda e agora ele tá meio sumido. Eu fico aqui no meu terreirinho, e já comprei uma provisão de fumo de rolo pra ele, pra quando ele voltar. Os Pererês são livres, eles vão pra mata e encontram seus amiguinhos Boitatá, Iara, Curupira e Mula-sem-cabeça, mas eu sei que um dia ele vai voltar, porque eu posso não ter acreditado muito nele quando o bolei, só que eu acreditei bem mais do que o pessoal que o levou embora. E também nunca pus ele pra dançar salsa, ou participar de competição de surfe!
Acima, o saci do Lobato.

Friday, January 22, 2010

Garotos se apaixonam

Continuando na saga da música oitentista, pra desespero de alguns leitores...


Acho que uma das músicas que eu mais ouvi na vida foi "Boys do fall in love", do Robin Gibb. Que também é um dos videoclipes mais non sense da história, mas tudo bem... então eu deixo pra vocês, nessa sexta-feira à noite, uma sugestão pra baladinha do finds! Porque garotos se apaixonam, mesmo em naves espaciais. Detalhe pra tequinologia da época, e saibam que os irmãos Gibb ( vulgo Bee Gees) cantam no corinho do refrão.

Monday, January 18, 2010

Estrelas

Fiquei nesses dias me recuperando de coisas tristes, doloridas.

Começo a pensar que cada vez que a gente encontra gente do mal na nossa vida, a gente depois precisa de um tempo pra se recuperar, pra ficar quietinho, na nossa, curando a ferida. Ontem comprei rosas muito bonitas, e fiquei na minha, tomando chá e ouvindo música árabe, pensando no jantar maravilhoso que eu tive no Tenda Árabe com o Michel. Eu quero meu coração batendo inteiro, limpo.

Fucei e achei no Orkut uma comunidade muito legal de música árabe. O povo fala mal do Orkut, mas em termos dos colecionadores de músicas, aquilo é o canal. Você encontra gente carinhosa que ripa LP, e posta preciosidades, pérolas da boa música do mundo todo. Já agradeci, aqui, no Meio, várias vezes, a esses anjinhos do MP3, e agradeço mais uma vez: porque não é pirataria o cara pôr o link da primeira gravação, de 1910, da canção Salma Ya Salama, um dos hinos da canção árabe, na voz do compositor, egípcio, Suef Derwish, ou de melodias que remontam aos tempos que o Califado de Bagdá mandava na Península Ibérica.
Mas voltando. A grande cantora do mundo árabe é a libanesa Fairouz, que, mesmo nos tempos mais duros da Guerra Civil, permaneceu em Beirute, e que canta pra cristãos, muçulmanos, músicas tão bonitas que parecem sonhos. Ela é conhecida como Embaixadora do Líbano nas Estrelas: acho que o título já diz tudo. Ela foi casada com um grande compositor e músico, Assi Rahbani, que, junto com seu irmão, compôs trilhas sonoras de filmes, operetas, peças de teatro, que eles encenaram em vários países durante décadas. Hoje, ela trabalha com músicas do filho dela. A voz dela parece vinda do Paraíso. Abaixo, uma dessas composições dos Rahbani, por Fairouz. A delicadeza disso...

http://www.4shared.com/file/108012992/5705fae5/16_Nassam_Alayna_El-Hawa.html

Saturday, January 16, 2010

A quem não gosta de mim

Eu queria lhe escrever uma carta.
Pra dizer o seguinte, em termos gerais: não aguento mais ficar triste por sua causa. Você não gosta de mim, eu entendo e aceito. Por muito tempo me culpei por isso: revirei todas as minhas ações, gestos, palavras, até a exasperação, pra encontrar o motivo pelo qual você não gostava de mim. Me torturei inteira, me quebrei em todas as partes, me analisei em todos os meus defeitos e falhas, minhas inadequações de linguagem, minhas ignorâncias, desacertos, os limites tão estreitos da minha neurose. Dediquei meu tempo à infelicidade. A me sufocar na dor, na falta de esperança, senti até os ossos saudades suas, senti o frio do seu desamor, sofri com a sua ausência e fiquei sem palavras.
E você se obstinou a não me amar, até o fim, não só me rejeitar, mas passar por cima de mim sem ter compaixão. Você falou claro, não quero fazer nada em relação ao que te aflige. Não importa o que era; era algo grave, grande, sombrio, não dizia nem respeito a mim mesma, mera ninfa que te seguia os passos no bosque e que via você, enamorado de si, olhando pro lago sem parar: era algo que fez até canalhas no mundo inteiro se comoverem, mas não, pra quê sentir compaixão de alguém como eu, mero eco.
Eu quero ser feliz. Como todo mundo. Eu sou banal. Eu sou pequena. Me comovo com facilidade. Sonho sonhos bobos. Não sei tantas coisas, mas sou feliz com poucas. Escrevo besteiras que quase ninguém lê. Gosto de pão com manteiga, dos brilhinhos na minha calça jeans nova, gostei de ontem jantar com um amigo num restaurante árabe, tomar Arak e dançar com a moça da dança do ventre, uma coisa que eu nunca poderia fazer com você, aliás, pra você era triste a minha mania de querer experimentar um restaurante diferente. Pra você era triste me agüentar porque eu dizia que gostava de você. Você não gostava de mim, e não gostava que eu dissesse que eu gostava de você. Detestava os meus arroubos de afeto. Pois é. Eu abraço, beijo, digo que tenho saudades, me preocupo, quero estar junto, eu quero ajudar, me preocupei com pessoas que não conheço no Haiti. Eu sou algo incompreensível pra você: sou alguém que se importa. Me perdoe por isso. Me perdoe por ter lhe dito adeus.

Dor

A dor do Haiti é também a minha.

Sunday, January 03, 2010

Pavê Delícia Perversa

Passei meu Ano Novo com um gatinho carioca! Careca e sem dentes! O simpático Henrique, no alto dos seus 4 meses, até banho tomou com a tia panda... e aconteceu um caso incrível, o caso do pavê esquecido.

Herdei da dona Ana, mãe do Celo, uma receita que faz muito sucesso na família deles: o Pavê Delícia Perversa. Esse pavê é uma coisa incrível, ele fica gostoso, não sei explicar mas é muito bom de fato. Fiz o Delícia e esquecemos, eu, Dani e Evandro, o Perverso na geladeira. Dureza. Fontes me informaram, porém, que o povo aprovou a perversidade.
INGREDIENTES
1 lata de creme de leite
1 lata de leite condensado
3 ovos
1 lata ( como medida) de leite
1 colher de sopa de maizena
3 colheres de sopa de açúcar
chocolate em pó a gosto ( de preferência o dos padrinhos, da Nestlé, não tão adoçado)
1 pacote, grande, de biscoito maria ou maizena
Antes de mais nada, ponha no congelador a lata de creme de leite, um tempo antes de preparar tudo.
Depois, separe as gemas das claras. Cozinhe a lata de leite condensado, as gemas, a lata de leite e a maizena dissolvida no leite até formar bolhas. Reserve.
Bata as claras em neve, com o açúcar. Acrescente a gosto o chocolate em pó, junte o creme de leite sem soro, e misture levemente, não bata.
Faça camadas, num pirex, alternando os dois cremes e os biscoitos. Deixe gelar bem.
Voilà!

Wednesday, December 30, 2009

Votos de Ano Novo

Espero que o ano de 2010 seja muito legal pra todos! Que a gente tenha paz, muita saúde, graninha a mais, amor de todos os jeitos, comidas gostosas, boas leituras, grandes conversas, longos cafés, muitos e muitos chás com biscoito, compreensão, batalhas vencidas e lindos projetos!
Eu não aguentei, acima, mãe-panda e seus filhinhos, em reserva florestal chinesa. Tirei do site People Pets!

Monday, December 28, 2009

Biscoitinho amanteigado de Petrópolis

Eu participo de uma comunidade de receitas de biscoitos caseiros. Hoje, triste e chateada com o passado, resolvi seguir o ditado: pus a mão na massa! Consegui hoje uma fornada de biscoitinhos de manteiga que ficaram divinos...

400g de farinha de trigo
300g de manteiga
200g de açúcar


Modo de Preparo:Amassar tudo com as mãos. A princípio parece uma farofa, mas depois o calor das mãos derrete a manteiga e a massa fica bem homogênea e meio "oleosa".Deixar a massa descansar na geladeira por 30 minutos. Esticar, cortar no formato desejado e assar até dourar levemente.
Eu cortei com cortador de florzinha, e é pouco tempo no forno: 10 minutos se tanto. A receita rende bastante, eu assei uma parte e congelei outra. Perfeitos com chá! Ah! E se estiver muito calor no seu lar, normal nessa época do ano, deixe mais na geladeira. Os biscoitos, sem esse cuidado, ficam disformes! Corte em formatos pequenos, são melhores pequeninos. É daquele petit four amanteigado que derrete na boca!

Saturday, December 26, 2009

Agora!

Eu sou um terror pra me atualizar em moda, música, qualquer coisa. Acho que já tô velha mesmo; sempre preciso dos amigos descolados pra me mostrar as novidades do momento.
Resolvi tirar os dias dos feriados pra sair da minha toca e ver o que rola por aí. Em primeiro lugar, fui conferir a nova coleção das Melissas, e já decidi a que eu quero: uma de florzinhas muito delicada, que parece sapato de fada.
Na casa da minha mãe, a tv a cabo pega: não sei o que eu fiz aqui, tá tudo fora do ar ( desconfio que tem um cabo solto, mas enfim). Zapeando, caí na MTV, e vi um crips que me chamou a atenção. Gostei muito da musiquinha; os infantes chamam Black Kids e a musiquinha, I'm not gonna teach your boyfriend dance with you.
Depois, no comando msn, a fofa Táta me mostrou as Those Dancing Days, baby suecas muito queridas, corram e vejam no Youtube se as meninas não são umas graças.
Jovens na vitrolinha!

Tuesday, December 22, 2009

Roupa nova

Pois é, chegou o Natal.

Pus minhas luzinhas na sacada, a bota do Papai Noel na porta e fui enfrentar as hordas no shopping. Por um bom motivo: comprar uma roupa para o Natal.

Entra ano, sai ano, a panda na dureza da crise econômica mundial, e virou uma pequena tradição: o Natal é a ocasião em que compro roupa nova. Interessante que essas roupas viraram, pra mim, as roupas que eu gosto mais, a saia de linho bordada com um jardim, o vestido de malha com o tecido macio e que parece ter manchas de tinta, e toda vez que eu uso, penso, essa é a roupa do Natal. Comprei outro vestido, esse bordado, esse ano. Fui jantar e começou a tocar essa música, que é outra da qual eu não me lembrava há anos:

Sunday, December 20, 2009

Para 2010

Roubei de um lugar da internet, e virou plano de metas:


clarear a intenção
focar o objetivo
criar uma estratégia
dedicar-se

Friday, December 18, 2009

Na rua

Na rua, eu me virei, vi as horas, peguei a sacola do supermercado, e de repente, eu me lembrei de uma música que não me lembrava há anos. E era exatamente o que eu sentia. Porque só me resta esperar.
Cyndi Lauper, Change of Heart

Saturday, December 12, 2009

Do jeito que a vida quer

Essa semana foi cortando o riscado. Zicas, aborrecimentos, lutas e desvãos. Ou seja, na normalidade.

Hoje fui dar aula, e fomos ver a exposição no Museu de Arte Contemporânea aqui de Campinas, o Macc. Excelente, eu volto lá com calma pra poder escrever aqui uma resenha. Coisas muito boas, vale a pena comentar. Depois, fui com os meninos adornar o City Bar, e na volta pra casa, uma supresa: em plena feirinha, um povo do samba, excelente, lascando no pandeiro. O único senão foi que no meio de tanto Adoniran, dona Ivone Lara e outros bambas, o céu ficou preto, e eu tive que correr de volta pra casa.

http://www.4shared.com/file/59437434/e62df6bb/Benito_di_Paula_-_Do_jeito_que.html?s=1

Tuesday, December 08, 2009

Parabéns!


Aos poucos, ao longo do dia, soube do caos que virou o meu velho Piratininga Natal.



Parabéns ao prefeito Kassab por gastar milhões em publicidade, para registrar os feitos de sua administração! Parabéns ao governador! E aquele abraço pro pessoal de Brasília!
Fonte da imagem comovente: Portal UOL.

Guerra de orixás

Hoje foi o dia.

Saio de casa para um compromisso em São Paulo, não consigo atravessar a minha rua, porque tá tudo alagado. Volto, pego o meu possante, o famoso internacionalmente Exumóvel, e vou pra Rodoviária.

Não tinha passagem pra São Paulo. Sim, caros: o velho Piratininga estava ilhado, a Rodoviária do Tietê fechada porque o rio perdeu a paciência, subiu, neguinho morrendo, e aquilo tudo. Esperei, esperei, consegui uma passagem mas antes de subir sou gentilmente informada que o ônibus das seis da manhã não tinha chegado em São Paulo ainda. Ou seja.
Acho que os orixás resolveram guerrear, minha gente, porque a urubaca tá solta. Aliás, em relação a Unicamp, eu tenho uma proposta pra Reitoria: contratar umas mães de santo pra fazer a lavagem das escadarias do Ciclo Básico, pra ver se dá uma aliviada naquele bando de Exuzinho solto por lá.

Monday, December 07, 2009

Desabafo

Hoje estou triste. Pronto, falei.

Estou triste porque nos últimos dias pensei muito no desperdício de vida que acontece ao redor da gente. Se desperdiça água, comida, madeira, gente, eletricidade, amor, carinho, se desperdiça, não se usa, se prefere a mesquinharia. E a vida é tão maior. A vida é tão maior. Por que desperdiçar o que existe de bom, e se viver num inferno, pra quê causar dor nos outros e em si mesmo? Por que? Tem gente que briga por nada. Tem gente que deixa de conviver por nada. Tem gente que pisa nos outros, sacaneia, faz coisas horríveis, pra nada, por nada, ganhando nada em troca. E a vida é tão maior. Odeio sofrer por coisa que no fundo é besteira.

Friday, December 04, 2009

Nos bailes da vida

Foi nos bailes da vida, ou num bar em troca de pão, que muita gente boa pôs o pé na profissão. Pois é.

Apesar de muita rasteira, tô na luta. Apesar de muita mágoa, surtos, raiva, angústia, ansiedade, the dark side of the Force, a pandinha véia de guerra é brasileira, e não desiste nunca do seu mesopotâmico projeto de ser uma boa pessoa, respeitar os outros e o universo, viver, ter seu ganha-pão, ouvir muita música, etcs.
Não vou esconder de vocês, uns dias atrás eu tava achando que pirar o cabeção de vez. O que me salvou foi que eu tenho o péssimo hábito de acreditar. Um amigo manda o email de um Concurso Literário no Nepal, e eu me animo, e acredito que aquele projeto esdrúxulo pode dar certo!
Eu sempre me animo perto do Natal. Dureza ser uma otimista incorrigível. Adoro estudar e fazer planos enquanto chove lá fora.

Monday, November 30, 2009

Definições

Um amigo me disse hoje que eu sou como chuva: que depende daonde cai, é uma desgraça, agora quando cai na hora certa no lugar certo, é ótimo.

Me disse também que muita gente filha da putinha confunde a minha dor com maluquice. E quem é meu amigo reconhece a minha dor, e ajuda a curá-la.

E que eu tinha que tomar cuidado, pra não rodar de um lado só, se não eu ia me desgastar demais daquele lado.

Saturday, November 28, 2009

Pois é

No post abaixo, Alegria, Alegria, eu soltava o meu parco verbo em relação às arapucas da memória histórica dos anos recentes da História brasileira.
Pois é, caros leitores, o trem da dona História pegou todo mundo na curva e nesta sexta, César Benjamin, ex-guerrilheiro, preso durante muitos anos no regime militar, o famoso Cesinha das intermináveis querelas da esquerda brasileira, resolveu se manifestar e acusar o presidente Lula de tentativa de estupro, nos 30 dias de sua prisão.
Li o artigo, que será a pièce-de-resistance de todos os seguidores de Olavo de Carvalho do universo conhecido, bem como todos os leitores da Folha de São Paulo (que estão com o cu na mão diante das tropeçadas dos tucanos) e todos os da chamada direita brasileira.
Acho incrível que ninguém tenha se perguntado porque o "menino do MEP" nunca tenha aparecido, da razão da bombástica revelação de Benjamin às vésperas de ano eleitoral, via Folha, jornal que se notabilizou, dentre outras pérolas, pela ditabranda.
De fato, é urgentemente necessário pesquisar a história contemporânea do pais. Urgentemente necessário. Está trágico.