E provando que a panda está muito saidinha, amanhã falarei no nobre Desencontro de História da Arte que ocorre todos os anos na cidadela de Zeferino, sobre o patrimônio arquitetônico da velha e sempre detonada Campinas do Mato de Dentro de Jundiaí.
Falar sobre o patrimônio de Campinas é heróico, é hercúleo, porque o tal está sempre na ameaça de ser tombado, não pelos órgãos competentes, mas tombado mesmo, literalmente, no chão.
Agora, a gente não se aperta. Acima, colunas de uma casinha daqui perto de casa, obra dos bravos capomastri itálicos que modelaram a Campinas do café.

2 comments:
eu quero ler o seu texto!!!
parece interessantissimo!
k
Obrigada, K fofolete.
Hoje minhas pobres fotos receberam elogios do fotógrafo mestre jedi que trabalha na Unimep.
Veja que a panda possui vários talentos!
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