Feliz Dia das Mães para todos! Mães, filhos, pais, tios, avós, sobrinhos, primos e primas, vizinhos e adjacências. Mãe é mãe, só tem uma, porque se tivesse duas... já pensou?
Minha mãe tá assando um frango, toda animada, porque meu irmão veio da Plataforma das Águas Profundas. O cara tá trampando na Petrobrás, fica vinte e cinco dias embarcado, quinze em terra, então vocês sentiram o drama.
Mãe é mãe. Não tem jeito. Um dos meus sonhos é um dia ser mãe. Vamos ver... penso em adotar, se não puder ter do jeito tradicional, e mesmo se puder. Primeiro, como todo mundo, quero estabelecer uma estabilidade profissional e financeira mínima, pra poder curtir os filhotes. Estabilidade emocional, sei que não vou ter mesmo, porque minha família é de gente desvairada.
Essa semana eu e a minha progenitora estávamos rindo, lembrando de minha avó Maria. Ela era brava, se estivesse por aqui ia puxar a orelha de todo mundo. O caso foi o seguinte: tive uma festa chique e importante pra ir em São Paulo ( post daqui a pouco). A Renner me salvou ( de novo), comprei um sapatinho e lasquei uma escova no cabelo. Mas fiquei com vontade de usar um anel, que minha santa Dona Meire ( a que me acolheu em sua barriga e passa a vida cobrando esse fato) me deu quando de minha formatura. Coisa simples, mas é de ouro. Fui pegar o anel, tava preto. E minha mãe lembrou que dona Maria recomendava pasta de dente para limpar anéis e coisas de ouro. E pensei, claro, o negócio é esse, imagina aquela Kolynos velha de guerra, ótima pra limpar tudo, até dente. Peguei a pastinha pós-moderna nossa de agora, que de abrasiva não tem mais nada, mas mesmo assim, pimba, ficou limpinho. Mãe é isso.

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