
"Deve-se também aos italianos o tipo de casa dita de operário, que se difundiu pelos bairros proletários e médios, feitas pelos próprios moradores ou pelos mestres e pedreiro. Eram simples, geminadas, iguais, no alinhamento das ruas e divididas entre si por um parede fina. Obedeciam sempre ao mesmo esquema, que se repetia em casas de bairros médios, em maiores proporções, seguindo as posses do proprietário: entrada lateral, fila de cômodos dando para o corredor, até chegar à cozinha e abrir-se para um quintal. Definiram-nas como cubos ou caixotes com decoração aplicada ao gosto neoclássico.” Maria Cecília Naclério Homem,
O prédio Martinelli: a ascensão do imigrante e a verticalização de São Paulo. São Paulo: Projeto, 1984, p.35
A casinha acima fazia par com outra, igual, aqui nas cercanias da toca da panda, na velha Campinas do Mato de Dentro de Jundiaí. Foi demolida, como todo "caixote com decoração aplicada ao gosto neoclássico" que se preze. A minha máquina fotográfica quebrou. Fim.
2 comments:
hehe eu morei numa versão barãogeraldense disso!
chris
UIA! E porque vc nunca falou?
E cadê as fotoooos!
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