E como na música do Aldir Blanc, pela voz da Nana Caymmi, eu bebo um pouquinho pra ter o argumento, quando o tempo vem cobrar as dores, arrependimentos, besteiras que a gente faz.
Claro que tem coisas que a gente gostaria de apagar da biografia, mas o pior é, como sempre, o que a gente deixou de fazer, por distração, covardia, tosquice ou sei lá mil coisas. E se eu não tivesse surtado, e se na hora tivesse pintado uma paciência maior, uma consciência maior, uma visão maior, e se eu tivesse me esforçado um pouco mais, se não tivesse fugido da verdade; e se eu... tivesse sido eu. E não outra, e não aquela que você viu.
Hoje, conversando com gente muito querida, sobre coisas passadas, me veio aquela dor do lado, do "e se eu"... bobagem de gente velha. Eu tenho tanta saudade, daquele tempo, é, daquele tempo mesmo. Ontem, de madrugada, ouvindo tangos, pensei em tanta gente. É, gente, sábado à noite e eu com uma cerveja, uma só, ouvindo tangos.
Claro que tem coisas que a gente gostaria de apagar da biografia, mas o pior é, como sempre, o que a gente deixou de fazer, por distração, covardia, tosquice ou sei lá mil coisas. E se eu não tivesse surtado, e se na hora tivesse pintado uma paciência maior, uma consciência maior, uma visão maior, e se eu tivesse me esforçado um pouco mais, se não tivesse fugido da verdade; e se eu... tivesse sido eu. E não outra, e não aquela que você viu.
Hoje, conversando com gente muito querida, sobre coisas passadas, me veio aquela dor do lado, do "e se eu"... bobagem de gente velha. Eu tenho tanta saudade, daquele tempo, é, daquele tempo mesmo. Ontem, de madrugada, ouvindo tangos, pensei em tanta gente. É, gente, sábado à noite e eu com uma cerveja, uma só, ouvindo tangos.

2 comments:
mas é ano novo quase! é época de fazer listinhas de coisas que a gente quer mudar!
animo!
Perere
È vero, Pererê. Você como sempre tem razão, folclórico amigo... bjo grande.
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